O rock, como género musical, é produto de uma confluência de factores.
Tanto sociais, como tecnológicos ou culturais. Estas diversas tendências influenciaram-se umas às outras e, em meados dos 5o do século passado, nos E.U.A., deram origem a uma música que cruzou rapidamente o oceano e atingiu a Inglaterra e toda a Europa em pleno boom económico do pós-guerra.
É claro que as origens musicais do rock podem ser traçadas até aos blues do início do século. Mas só nos anos 50 - com a difusão dos instrumentos eléctricos como a guitarra ou o baixo, a massificação dos discos vinil, o crescimento do poder de compra dos jovens -, se pode começar a falar de uma identidade rock.
Essa identidade definiu-se na contradição entre a liberdade do pós-guerra e a segregação dos negros nos E.U.A., no protesto de uma juventude que morria no Vietname e cujas notícias se sabiam cada vez mais depressa à medida que a rádio e a televisão eram cada vez mais importantes. O rock nasce no meio deste turbilhão e começa por ser um escape, uma música de celebração, um ritual festivo, onde ainda há lugar para esse sentimento nostálgico parecido com o fado português que se chama blues.
O blues tornou-se num género musical de pleno direito, claro, sendo a raiz de dois géneros consagrados pelo tempo, o jazz e o rock.
No princípio deste século XXI, o rock tornou-se, talvez, no género musical mais tocado e ouvido em todo o mundo. Não só o rock como todos os seus descendentes musicais dos quais fazem parte o hard-rock, o prog-rock, o hip-hop, o dub, etc. É uma música que assenta numa grande simplicidade, na generalidade, mas onde a interacção, improvisação e por fim a conceptualização são partes integrantes e fundamentais do todo. Sendo uma música do momento, o rock reflecte sempre de maneira incisiva o presente, por isso age com a sociedade, tornando-se elemento formador de hábitos, consciências, rituais, jogos, etc.
E aqui nasceu a ideia de formar uma oficina onde os músicos jovens que gostam de rock pudessem ter uma banda onde o possam efectivamente tocar.
Tanto sociais, como tecnológicos ou culturais. Estas diversas tendências influenciaram-se umas às outras e, em meados dos 5o do século passado, nos E.U.A., deram origem a uma música que cruzou rapidamente o oceano e atingiu a Inglaterra e toda a Europa em pleno boom económico do pós-guerra.É claro que as origens musicais do rock podem ser traçadas até aos blues do início do século. Mas só nos anos 50 - com a difusão dos instrumentos eléctricos como a guitarra ou o baixo, a massificação dos discos vinil, o crescimento do poder de compra dos jovens -, se pode começar a falar de uma identidade rock.
Essa identidade definiu-se na contradição entre a liberdade do pós-guerra e a segregação dos negros nos E.U.A., no protesto de uma juventude que morria no Vietname e cujas notícias se sabiam cada vez mais depressa à medida que a rádio e a televisão eram cada vez mais importantes. O rock nasce no meio deste turbilhão e começa por ser um escape, uma música de celebração, um ritual festivo, onde ainda há lugar para esse sentimento nostálgico parecido com o fado português que se chama blues.
O blues tornou-se num género musical de pleno direito, claro, sendo a raiz de dois géneros consagrados pelo tempo, o jazz e o rock.
No princípio deste século XXI, o rock tornou-se, talvez, no género musical mais tocado e ouvido em todo o mundo. Não só o rock como todos os seus descendentes musicais dos quais fazem parte o hard-rock, o prog-rock, o hip-hop, o dub, etc. É uma música que assenta numa grande simplicidade, na generalidade, mas onde a interacção, improvisação e por fim a conceptualização são partes integrantes e fundamentais do todo. Sendo uma música do momento, o rock reflecte sempre de maneira incisiva o presente, por isso age com a sociedade, tornando-se elemento formador de hábitos, consciências, rituais, jogos, etc.
E aqui nasceu a ideia de formar uma oficina onde os músicos jovens que gostam de rock pudessem ter uma banda onde o possam efectivamente tocar.
